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14 de novembro de 2011

WEBmuseus: uma breve experiência.

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MUSEU: 
“Um museu é uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e de seu desenvolvimento, aberta ao público, que adquire, conserva, pesquisa, comunica e exibe, para fins de estudo, educação e lazer, evidência material das pessoas e de seu meio ambiente”. (LOUREIRO,2004)
WEBmuseu:
Com a geração do Ciberespaço surgiram os webmuseus, que caracterizam ambientes informacionais onde são feitas exposições de obras de arte em ambientes virtuais. (LIMA, 2011)
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VISITANDO WEBMUSEUS...

Achei o layout de entrada bem interessante, mas o site está passando por melhorias e está sem acesso por mais 9 dias.

Museu super interessante! Gostei muito do passeio, pena que é um museu somente on line (rsrs); temos total visão 3d, descrição das obras ao clicar nelas, com diversas informações. As exposições são constituídas de obras em pinturas, esculturas e web. A arquitetura é moderna e as obras muito bem organizadas.

O MARGS é mais um site do museu do que um WEBmuseu. Tem fotos das obras, tem espaços 
interativos...é um site bem completo mas, na minha visão, não se enquadra na categoria de WEBmuseu.

Este museu é muito interessante pelo foco que tem. Objetiva juntar história de pessoas. 
Porém, mesmo que só exista na web, nem se compara com o MUVA, por exemplo, pois tem aparência de site. Possui interatividade e uma boa causa, mas seu layout não é atrativo, não possui diferencial que chame atenção das pessoas comuns, que não entendem o sentido de um museu. Para mim, assim como o MARGS, eu o deixaria na categoria de site institucional.


REFERÊNCIAS:

LOUREIRO, Maria Lucia de N Matheus. Webmuseus de arte: aparatos informacionais no ciberespaço. Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v.33, n.2, 2004.

LIMA, Fabio Rogério Batista. Imagem e Tecnologia: intersemioses em webmuseu de arte. São Paulo: UNESP, 2011. Tese (Mestrado) - Ciências Sociais Aplicadas, Faculdade de Filosofia, Universidade Estadual Paulista, São Paulo, 2012.

E-books: uma nova Informação. um novo Suporte.

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A maior vantagem que vejo nos E-BOOKS é a praticidade de carregar 
uma "biblioteca"em um único suporte.

Porém, para mim, é a única vantagem que 
compete com os LIVORS IMPRESSOS. 


Se você consegue estabelecer a diferença entre uma carta e um e-Mail, certamente sabe, por analogia, que livros e e-Books se encaixam no mesmo conceito. Termo de origem inglesa, e-Book é uma abreviação para “electronic book”, ou livro eletrônico: trata-se de uma obra com o mesmo conteúdo da versão impressa, com a exceção de ser, por óbvio, uma mídia digital. (AMARAL,2009)
A facilidade de se ter um e-book a disposicão é, imensuravelmente, mais em conta que um livro de prateleira. Tendo um suporte tablet em mãos, por exemplo, posso ir à China comprar meu e-book e em poucos segundos estarei lendo-o. Como já citado, o peso de carregar a quantidade que precisar também é incomparável ao peso de levar em material impresso. Os formatos disponíveis já são os mais diversos...enfim, tudo coopera para acreditarmos que o livro perderá sua fama.

Mas e o prazer de se ter um livro impresso em mãos? Não são os prazeres que movem o homem? Comprar um livro, e comprar um tablet são coisas que podem ser feitas juntas e uma não precisa substituir a outra. O tablet é um suporte que tem infinitas possibilidades de praticidades.

E porque não ter os e-books? Devemos ter o e-book, para consultas breves, mas acredito que ler um e-book todo é algo que tira o prazer da leitura, que cansa os olhos, que gasta energia...e um simples livro não precisa nem de bateria, ti leva a varios lugares, e não faz mal à tua saúde.

Bom, e quanto às bibliotecas? Por mais que eu ame bibliotecas e faça biblioteconomia, não gosto de me focar nelas. As bibliotecas e os bibliotecários  parecem limitadores do conhecimento e não disceminadores, como deveriam ser. Esse assunto de tecnologia nem deveria ser algo debatido neste mundo de informação, pois é natural que o mundo ande e as "coisas" acompanhem...as informações evoluem  numa velocidade de piscar de olhos e as bibliotecas a passos de tartarugas.
É lógico que os livros sempre existirão, mas também é lógico que cada vez menos as pessoas terão tempo de ficar horas procurando em estantes. Facilita bibliotecário!

REFERÊNCIAS:


REVOLUÇÃO E-BOOK. O peso dos E-books. 2011. Disponível em:<http://revolucaoebook.com.br/>. Acesso em: 14 nov. 2011.

TECMUNDO. O que é e-Book?. 2009. Disponível em:<http://www.tecmundo.com.br/1519-o-que-e-e-book-.htm>. Acesso em: 14 nov. 2011.




31 de outubro de 2011

Jornais DIGIT@IS

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    A tecnologia e a expansão do fluxo de informações está cada vez mais   
   transformando a sociedade e seus hábitos. O ser humano, não precisa nem 
   sair de casa para saber os fatos de sua região ou mesmo de outros lugares 
   do mundo. É somente ligar o rádio, a televisão, ler o jornal impresso e/ou 
   acessar à Internet. Atualmente, a Internet, é o veículo de comunicação mais 
   revolucionário de todos os citados, por reunir várias formas (textos, vídeo e  
   áudio), tudo ao mesmo tempo, com a finalidade de informar e atrair o 
   internauta esteja ele onde estiver e a hora que quiser, pois o conteúdo fica 
   disponível 24 horas por dia. (PRADO, 2006)

          Os jornais eletrônicos apenas acompanham a evolução tecnológica que vem ocorrendo, assim como a maioria dos meios de informação. No início a internet no meio jornalístico era tratada apenas como uma "copiadora" do jornal, onde o mesmo jornal era apenas digitalizado, sem interatividade alguma; atualmente é muito diferente.

Os jornais digitais deixam nossas atualizações de notícias muito mais rápidas e práticas, possibilitando a leitura de vários jornais em um mesmo suporte, a internet. Impactando bastante a maneira como fazemos a leitura dos jornais, o acesso é possível sem a necessidade de deslocamento para a compra de um jornal impresso, isso tudo se tratando em pura informação, pois ainda tem os sites cheios de interatividades, como o http://www.jornaldigital.com/ .

A praticidade é inquestionável, porém a transformação total do papel para o modo virtual, somente será possível quando 100% da população tiver acesso à informação via internet, caso contrário, a informação será limitada a uma parcela da população que possui acesso à internet, e a informação se tornaria discriminadora. Mas a informação é para todos! Portanto não creio que a extinção do formato em papel ocorrerá, tendo em vista que para muitos cidadãos o papel ainda é a maneira mais prática e barata de se obter informação.

Quanto aos profissionais da informação e suas áreas de atuação, este assunto -JORNAIS DIGITAIS-  pode ser uma bela justificativa para convencer seu chefe a informatizar a sua biblioteca, trazendo pessoas novamente a ela e removendo as teias de aranha. (rsrs)

REFERÊNCIAS
ALVES, Rosental Calmon. Jornalismo Digital:Dez anos de web...e a revolução continua. Comunicação e Sociedade, v.9-10, p. 93-102, 2066.

JORNAL DIGITAL. Disponível em: <http://www.jornaldigital.com/fichatecnica.php>. Acesso em: <31 out. 2011>.

PRADO, Cristiane Ramos do. A trajetória do jornalismo impresso para o jornalismo digital. 2006. Disponível em: <http://br.monografias.com/trabalhos2/jornalismo-impresso/jornalismo-impresso.shtml#desa>. Acesso em: <31 out. 2011>





11 de outubro de 2011

VÍDEO: fonte de INFORMAÇÃO


.AVI | .MPG | .MPEG | .MOV | .RA | .RM | .ASF
Play!

Atualmente temos os mais variados suportes de informação, livros/papel (que são os mais comuns), microblogs, blogs, os tradicionais rádios e programas de televisão -enfim- em tudo há informação, inclusive nos vídeos. É possível termos acesso a diversas informações, relevantes ou não, elas estão disponíveis em canais como o famoso YouTube, por exemplo.

Das mais simples maneiras que buscamos informações ou que elas chegam até nós, podemos acompanhar a sua evolução (dos suportes). De maneira mais interativa, temos as imagens que nos ajudam a captar dados e transformar em informação, porém, mais proveitoso ainda são os vídeos, os quais deixam as imagens com movimentos! A captação das imagens é tão rápida que não é possível notar a troca de frames, e a recepção é tão proveitosa que hoje podemos ter até aulas ministradas por meio da internet e depois de assistidas, podemos dar um replay quantas vezes quisermos.

  

Como diz no vídeo acima, cabe a nós filtrarmos as informações que chegam até nós. Vivemos bombardeados de notícias, dados, novidades - nossa mente fica em constante download.


Como Bibliotecário, pode-se usar esta ferramenta para divulgação das atividades do profissional, da instituição onde se encontra a biblioteca "x" e para fazer um ótimo Marketing dos serviços prestados aos seus usuários. O MKT nada mais é do que informações passadas de forma atraente ao seu público alvo; faça um VÍDEO super atraente, e aguarde os resultados!


REFERÊNCIAS:

TERRA NETWORKS. Entenda os formatos de vídeos mais populares. Disponível em: <http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI500088-EI15607,00-Entenda+os+formatos+de+ video+ mais+populares.html>. Acesso em: 12 out. 2011.

YOUTUBE. Blog Jacaré Banguela. O papel da Informação. 2011. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=DbiI-kx_xyY&feature=fvsr>. Acesso em: 12 out. 2011.

WIKIPEDIA. Cinema.  Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema>. Acesso em: 12 out. 2011.

EGGERT, Gisela; MARTINS, Maria Emília Ganzarolli. Bibliotecário. Quem é? O que faz? ACB, Florianópolis, v.1, n.1, p. 45-48, 1996.

26 de setembro de 2011

Banco de IMAGENS: e seus Direitos Autorais

Copyright © 2011. Todos os Direitos Reservados.


BANCO DE IMAGENS são locais que armazenam imagens/fotografias para disponibilização na internet, a maioria, por um certo custo. Temos diversos exemplos destes hospedeiros: Shutterstock, Valorpix, Foto Search, etc. Geralmente são imagens que possuem o logotipo do local armazenado, como marca d'água, bem no meio da figura - a fim de evitar cópias sem que seja feito o devido pagamento. Quando a imagem é adquirida, e na maioria das vezes, por um custo bem baixo, ela é disponibilizada ao seu cliente sem a logomarca e com os direitos autorais liberados.

Os DIREITOS AUTORAIS, são referências concedidas aos autores intelectuais de uma obra literária, artística ou científica, dando a eles total posse sobre sua produção. O Copyright, é o direito de cópia, que é exclusivo do seu autor, ou entidade autora e que pode ser ou não concedido, este direito de cópia, a outros; vemos muito o logotipo deste direito em rodapés de sites.

A título de Marketing, que tem sido o meu foco, considero a compra dessas imagens como desfavorável. Por mais que tenha adquirido essas imagens corretamente, como os direitos autorais exigem, para a o seu trabalho exclusivamente, ela não é exclusivamente sua, e nem personalizada para você. Então a menos que você altere ela em algum programa de imagens, como o Photoshop, por exemplo, eu não indico o uso destes bancos de imagens.
PeRsOnAlIZe !..!..! 


REFERÊNCIAS 

WIKIPEDIA. Direito Autoral. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_autoral>. Acesso em: 10 out. 2011.

WIKIPEDIA. Copyright. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_autoral#Copyright_.
22.C2.A9.22> Acesso em: 10 out. 2011.

MARÚ, Carolina Vigna. Indo além do Banco de Imagens. WIDE a revista dos profissionais de internet, v. 86, abr. 2009.

21 de setembro de 2011

FOTOGRAFIAS: da Analógica à Digital

Registrando fatos e momentos, as FOTOGRAFIAS acompanham as tecnologias, evoluindo com o passar dos anos.
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A primeira fotografia reconhecida no mundo é uma imagem produzida por Nicéphore Niépce no ano de 1825, em uma placa de estanho coberta com um derivado de petróleo. 
Em 1818, Nicéphore Niépce iniciou um conjunto de experiências que tinham como principal objetivo a fixação de imagens, porém, desapareciam rapidamente. Mas em 1826 conseguiu a fixação permanente de uma imagem, em um processo que demorou cerca de oito horas (imagem acima).
Desenvolvida a maneira de fixar imagens de forma duradoura - batizado pelo seu autor como HELIOGRAFIA, a sua técnica iria desencadear uma inovadora forma de registo que viria a ser comercializada a partir de 1830. Coube ao seu primo, Niepce de Saint-Victor, produzir as provas negativas em vidro e as positivas em papel.

A fotografia surgiu assim, de maneira "pitoresca", e a ideia é a mesma até hoje,  registrar um momento/paisagem em um suporte. Na época inicial, em uma tela, com o passar do tempo em papel, depois em computadores, celulares e ainda nas próprias câmeras fotográficas. Da mesma maneira que a tecnologia avança, a maneira de fotografar, visualizar e arquivar este documento também evolui.

Com a fotografia é possível comprovar fatos, rever momentos e guardá-los por muito tempo. A foto é um registro muito importante para nos trazer informações a cerca dos mais variados interesses, através dela é possível fazer diversas leituras de mundo, analisar certas situações de diversas maneiras, ou apenas mostrar para o mundo aquilo que lhe parece interessante.
REFERÊNCIAS

OLIVEIRA, Erivam Moraes de. Da Fotografia Analógica à Ascensão da Fotografia Digital. Disponível em: <www.bocc.ubi.pt>. Acesso em: 23 set. 2011.

INFOPÉDIA. Nicéphore Niépce. Disponível em: <http://www.infopedia.pt/$nicephore-niepce>. Acesso em: 19 set. 2011.

GASPAR, Eduardo. História da Fotografia. 2010. Disponível em:<http://www.eagaspar.com.br/historia_da_fotografia.htm>. Acesso em: 19 set. 2011.

JOGOS BB. Primeira fotografia permanente feita no mundo por Nicéphore Niépce, em 1825. 2011. Disponível em: <http://www.jogosbb.com/viewtopic.php?f=100&t=42707>. Acesso em: 19 set. 2011.



9 de setembro de 2011

MicroBLOGS


Ferramenta de textos curtosatualizações rápidasvisualizações de fácil acesso. O mundo twitta, twittar virou estratégia de MKT!
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MicroBLOG é como um BLOG.  Permite aos usuários que façam atualizações breves de texto, geralmente com menos de 200 caracteres, para que sejam vistas publicamente ou apenas por um grupo aceito pelo usuário/dono do microblog. Estes textos podem ser postados ou acessados por diversos meios, tais como via browser ou aplicativos que rodam em outros gadgets, como celulares, smarthphones e tablets.

O serviço de microblog mais popular é o TWITTER, que foi lançado no ano de 2006. Recentemente muitos novos serviços com a mesma finalidade também foram lançados, como o Pownce, que une microblog e compartilhamento de arquivos; também há serviços de microblogs locais voltados para determinadas nacionalidades, tais como o Frazer na França e na Alemanha, Play Talk na Coréia do Sul, Fanfou na China e o TeLog utilizado no Brasil. As demais redes sociais populares como Facebook, MySpace e Orkut também possuem recursos de microblog, porém o mais utilizado para tal finalidade, de divulgação por breves tópicos, é o twitter.

O TWITTER, é um espaço com o intuito de divulgar, de forma rápida, opiniões, notícias e tudo o mais que for considerado por parte do autor, interessante. Porém assim como os Blogs tornaram-se diários de muitos usuários, o twitter tornou-se MSN para muitos dos seus colaboradores, que fazem uso desta ferramenta para bate-papos particulares que são desinteressantes para os demais que não fazem parte da tal conversa partilhada publicamente. Voltamos ao comentário feito no 1º post deste blog, onde digo que nós, brasileiros, não conseguimos lidar com a liberdade de expressão, e acabamos confundindo esta liberdade com a necessidade de fazer um marketing pessoal.
[tem posts que dá vontade de chorar ... fico triste por eles!]

Quanto estratégia de Marketing em instituições como Bibliotecas e demais que lidam com a informação registrada diretamente, este canal pode ser de suma relevância, pois por meio dele podemos divulgar os links diretos para sites, artigos, blog da instituição, etc. É uma ferramenta que mostra o quanto a entidade se atualiza e está presente no mundo virtual, quebrando paradigmas que trazem uma realidade mentirosa à tona, de que bibliotecas e museus estão ultrapassados e desatualizados!

REFERÊNCIAS
WIKIPÉDIA. Microblogging. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Microblogging>. Acesso em: 9 set. 2011.


CARDOZO, Missila Loures. Twitter: Microglog e Rede Social. Caderno.com, v.4, n.2, p.24, 2009.